| 000 | 01936nam a2200217 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 117827 | ||
| 005 | 20230410142403.0 | ||
| 008 | 140912r20062005bl a b 000 0 por d | ||
| 020 | _a9788502051157 | ||
| 020 | _a8502051156 | ||
| 050 | 1 | 4 |
_a _bSA244 2006 |
| 100 | 1 | _aSarfati, Gilberto | |
| 245 | 0 | 0 |
_aTeorias de relações internacionais / _cGilberto Sarfati |
| 260 |
_aSão Paulo : _bEditora Saraiva, _c2006 |
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| 300 |
_a383 p. : _bill. ; _c24 cm. |
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| 504 | _aIncluye referencias bibliográficas. | ||
| 505 | 0 | _ap. 1. O universo clássico das teorias de relações internacionais -- p. 2. As teorias de relações internacionais pós-guerra fria. | |
| 520 | _aPor trás desta obra didática estão duas premissas importantes sobre Relações Internacionais: as Relações Internacionais constituem um campo científico independente dentro das ciências sociais; As Relações Internacionais, ao contrário de outras ciências sociais, não possuem uma teoria geral amplamente aceita por sua comunidade epistêmica. As Relações Internacionais com campo independente das ciências sociais têm como seu marco histórico o ano de 1919, quando foi criada a sua primeira cadeira acadêmica sob os auspícios do filantropo David Davies da University of Wales, em Aberystwyth, no Reino Unido, denominada Cadeia Woodrow Wilson de Política Internacional. Seu primeiro ocupante, Alfred Zimmern, deveria enfrentar o desafio de explicar por que as guerras ocorrem e como evitá-las. Se por um lado as Relações Internacionais como campo acadêmico surgem em 1919, o marco de seu início como foco de estudo do campo acadêmico corresponde ao ano de 1648, quando foi assinada a Paz de Westfália, baseada nas premissas de que: (a) o governo de cada país é de forma inequívoca soberano dentro de seu território; e (b) os países não devem interferir nos assuntos domésticos uns dos outros. | ||
| 942 |
_2lcc _cbk |
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| 999 |
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